Alumínio e Saúde...
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1 - Onde o alumínio está presente em nossa vida?

O alumínio é o terceiro elemento mais abundante encontrado na natureza, depois do oxigênio e do silício, e representa 8% da crosta terrestre. Ele também está presente em todos os órgãos, tecidos e fluídos do corpo humano desde o nascimento sob diversas formas, no solo, água, no ar, através dos alimentos e em produtos utilizados para tratamentos de saúde.

2 - E a eliminação do alumínio pelo corpo?

O alumínio ingerido é eliminado em sua maior parte nas fezes e a pequena quantidade de alumínio solúvel que é absorvida é transportada pela corrente sanguínea e excretada na urina. Nosso organismo possui barreiras naturais eficazes à absorção do alumínio como os pulmões, o trato digestivo, a pele e a barreira hematoencefálica.

3 - O alumínio representa riscos a saúde humana?

Não. Essa afirmação é amparada pela comunidade científica e médica, entre elas a FDA, U.S. Food and Drug Administration, órgão oficial de saúde dos Estados Unidos, que avalia e regulamenta o uso de alimentos e drogas para o consumo da população, classificou os compostos de alumínio na categoria dos produtos GRAS - Generally Recognized as Safe (Geralmente Reconhecido como Seguro), legitimando a sua utilização em remédios, utensílios domésticos, embalagens de alimentos e produtos de higiene pessoal, entre outros, não representando riscos à saúde. (www.fda.gov).

4 - Se o alumínio está presente na água potável, qual é a contribuição dos utensílios de cozinha de alumínio na preparação dos alimentos?

“A maior parte do alumínio ao qual a maioria das pessoas se expõe está presente nos aditivos dos alimentos; panelas de alumínio utilizadas na cozinha e a água potável que tem concentrações baixíssimas não representando risco a saúde.” (Dr. Ted Lidsky, nov/03). “A contribuição do cozimento em panelas de alumínio na ingestão desse elemento, considerando-se os produtos avaliados nesse estudo, é de cerca de 12% do máximo tolerável pela Organização Mundial de saúde – OMS, portanto, não relevante, quando se leva em conta o teor de alumínio que provém dos alimentos e de coadjuvantes de processo e também de outras fontes de ingestão.” (Dra. Silvia Dantas, CETEA/ITAL).

5 - Por que a medicina ortomolecular é tão enfática em associar alumínio com diversas doenças. Existe alguma base científica para tais acusações?

Não existe nenhuma base científica, assim, tais conclusões são falsas.” (Dr. Ian Arnold, nov/03).

6 - Se não existe prova que o alumínio pode ser prejudicial à saúde, porque vários médicos ortomoleculares insistem em que há riscos? No que eles se baseiam para sugerir tais afirmações?

Baseiam-se no teste do fio do cabelo, usado com muita freqüência no Brasil, não é usado como ciência na Europa e nos Estados Unidos e aqui foi proibido e classificado pelo Conselho Federal de Medicina como prática “ilegal” da medicina, pela RESOLUÇÃO CFM nº 1.500/98. Por isso o método foi praticamente abandonado para a detecção de metais no organismo. (Dr. Manoel Arruda, nov/04).

7 - No passado, a comunidade científica associou alumínio à doença de Alzheimer. Qual é a realidade hoje? Ainda são fonte de controvérsia ou o FDA descartou a possibilidade do alumínio estar envolvido com a doença?

A maior parte da controvérsia sobre alumínio e Alzheimer remonta às décadas de 60, 70 e um pouco na década de 80. Conforme mais informações sobre as causas de concentração de alumínio no cérebro foram obtidas, essa hipótese foi perdendo importância na comunidade científica. Os estudos mais antigos levantaram a essa controvérsia, no entanto, as pesquisas nos últimos 15 anos “não apóiam” e afastam totalmente essa hipótese. Uma forma de determinar o que a comunidade científica acha sobre qualquer hipótese, é quantos trabalhos estão sendo publicados daquele assunto, pelos cientistas que trabalham na área. O alumínio saiu do radar nos círculos científicos. Há um grupo pequeno de pessoas que ainda trabalham com isso, mas os estudos principais sobre Alzheimer já não envolvem mais o alumínio.“(Dr. Ted Lidsky, nov/03).

8 - Mensagens na Internet têm feito uma série de restrições ao uso do alumínio em embalagens e utensílios domésticos, associando essa aplicação a diversas doenças. O que há de verdade nisso?

De fato, nos últimos dias, a Associação Brasileira do Alumínio – ABAL detectou a divulgação de mensagens em inúmeros fóruns e listas de discussão na Internet, que vinculam o uso do alumínio a diversas doenças. O artigo tem um tom alarmista, sem qualquer fundamentação científica. Além de relacionar sintomas - que têm as mais variadas causas - somente com o alumínio, faz menções totalmente inverídicas, como por exemplo, a proibição do uso de panelas de alumínio na Itália. Para esclarecer essas questões junto à sociedade, a entidade coloca à disposição um material que traz uma série de argumentos, citações e estudos que mostram que o metal é totalmente seguro. O documento traz uma série de argumentos, citações e estudos que mostram que o metal é totalmente seguro. Veja a íntegra do material clicando aqui.

 

FONTE: ABAL - Associação Brasileira do Alumínio

 


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